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O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Assembleia Legislativa da Paraíba, Frei Anastácio, deputado federal eleito, disse que a passagem do Dia Internacional dos Direitos Humanos, comemorado nesta segunda-feira, 10 de dezembro­, está de luto e manchado de sangue na Paraíba, com o assassinato de dois trabalhadores rurais sem terra ocorrido no final de semana. “O assassinato desses dois trabalhadores que lutavam por terra, no litoral sul da Paraíba, mostra que o Brasil ainda está longe de alcançar seus habitantes com os direitos necessários para uma vida digna, como diz a Declaração Universal dos Direitos Humanos, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), há 70 anos. Já são 27 trabalhadores assassinados na Paraíba, na luta pela terra”, disse.

O parlamentar acrescentou que falta direitos à segurança pública do cidadão, liberdade, educação, saúde, cultura, informação, alimentação, moradias adequadas, respeito, não ao racismo, não a discriminação, entre outros direitos não alcançados pelo povo. “Se estávamos longe de alcançar esses direitos, o que vemos com o governo federal que se aproxima é uma distância ainda maior, inclusive, com retrocesso no que já havia sido conquistado com muita luta, suor e sangue”, lamentou.

Para o deputado, o Dia Internacional dos Direitos Humanos é muito mais do que uma data a ser comemorada. É um dia para que os povos do mundo relembrem que a garantia plena dos direitos humanos requer vigilância permanente e integração coletiva. “Que neste 10 de dezembro, cada homem, cada mulher, cada família busque uma reflexão sobre o papel a ser exercido pelos poderes constituídos em nosso país e por cada cidadão e cidadã, individualmente. Que tomemos como base para tudo isso a recomendação imperativa dada pelo Rei dos reis: amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Mateus: 22:39”, destacou.

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