O deputado federal Frei Anastácio afirmou que os depoimentos colhidos pela CPI da Covid, do Senado, mostram que o Governo Bolsonaro tenta fazer do Brasil um laboratório da morte. “Isso está muito claro nos depoimentos dos defensores da cloroquina e da imunidade de rebanho, que seguem a linha dos discursos políticos e das ações de Bolsonaro nesta pandemia”, disse o deputado.

O parlamentar relatou que mesmo contrariando a ciência, Bolsonaro e o gabinete paralelo da morte tentaram fazer do Brasil um grande laboratório, testando se a imunidade de rebanho daria certo. “Ou seja, Bolsonaro queria tentar eliminar a doença com muita gente contaminada e morta. Isso mostra a total falta de respeito e preocupação com a vida do povo brasileiro”, acusou.

O deputado disse que o resultado dessa política desastrosa é o grande número de mortes no país. “Essas mortes todas, quase meio milhão, só estão  ocorrendo porque houve demora na compra de vacinas, e o responsável por tudo isso é o Governo Federal”, afirmou.

Crime de responsabilidade

Frei Anastácio citou que uma das provas mais reais que a CPI da Covid  já colheu, sobre isso, foi o desprezo que Bolsonaro deu aos e-mails da Pfizer solicitando resposta sobre oferta de vacina. “O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues, divulgou que o governo federal não respondeu a 53 e-mails da Pfizer. Enquanto isso, o governo pressionava a Índia para liberar cargas de hidroxicloroquina. Isso é muito grave, é crime de responsabilidade”, assegurou.

O petista ressaltou que Bolsonaro fez isso, em nome do negacionismo e para atender a uma grande parcela do setor econômico do Brasil que não queria parar as atividades. “Mas, povo não quer ser cobaia econômico da política genocida desse governo, que não tem respeito com a vida humana. Fora Bolsonaro, seus dias estão contados”, concluiu.

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