O deputado federal Frei Anastácio alertou para o aumento da fome e da miséria, a partir de janeiro, com o fim do auxílio emergencial em 31 de dezembro deste ano. “O governo deixará 67 milhões de pessoas sem o benefício. A grande maioria delas só tinha essa renda para sobreviver”, disse.

O parlamentar ressaltou que a bancada do PT, na Câmara Federal, ainda está lutando pela prorrogação do benefício até que a pandemia chegue ao fim. “O governo tem a obrigação de cuidar do povo. Não podemos admitir que a população seja abandonada em meio a uma crise como esta que estamos vivendo”, ressaltou.

O deputado também criticou o governo que, mesmo diante de uma pandemia que retirou empregos e prejudicou a economia, não apresentou um plano de retomada econômica, nem de geração de emprego. “O que vemos nesse governo é uma grande incapacidade de governar, além de falta de planejamento e sensibilidade para resolver os problemas, principalmente, da população carente”, afirmou.

O congressista lamentou que enquanto o país está no desgoverno, os índices continuam caindo. “O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país despencou cinco posições das Nações Unidas. O Brasil caiu da posição de número 79 para 84ª, entre 189 países. Isso é trágico”, disse. O IDH é feito com base em critérios da saúde, escolaridade e renda do país. 

Frei Anastácio também destacou a queda na desigualdade social. “É mais um dado alarmante, já que o Brasil perdeu 20 posições nessa classificação. Essa queda de 20 posições significa que a renda do país está cada vez mais concentrada nas mãos de poucos brasileiros. São ricos mais ricos e pobres mais pobres. E mesmo diante de tudo isso, o governo federal nem fala  sobre como tirar o país do abismo”, concluiu.

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