O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) apoia o conteúdo de uma carta divulgada pelos servidores públicos, sobre narrativas falsas criadas no texto da Reforma Administrativa, para jogar a população contra o funcionalismo. “São narrativas mentirosas criadas para dizer que os servidores públicos são o mal do país”, disse o deputado.

Segundo Frei Anastácio, três das mentiras são de que a reforma acabará com supersalários dos servidores, férias de 60 dias e aposentadoria compulsória. Os servidores públicos não possuem supersalários, inclusive eles estão há seis anos sem reajuste, não têm férias de 60 dias, nem aposentadoria compulsória”, explicou.

Frei Anastácio relatou que, na verdade, quem tem salários altos no país são as magistraturas e os políticos. “Mas, nenhuma dessas duas classes está no texto da Reforma Administrativa. No entanto, o governo Bolsonaro faz de tudo para passar essas mentiras para a sociedade. Isso é um crime contra o funcionalismo público”, apontou.

PEC 32 é um mal para o Brasil

O parlamentar destacou que, no caso de erro do servidor público, a punição vem com demissão depois de processo para apurar as denúncias. “Aposentadoria compulsória, como punição e férias de 60 dias, só quem tem é a magistratura que não foi incluída na reforma. Mas, a propaganda mentirosa direciona esses benefícios aos servidores públicos de forma maldosa”, disse.

O deputado ressaltou que, na verdade, o governo  Bolsonaro quer acabar com o serviço público com a reforma, para deixar os cargos nas mãos de políticos. “Se essa PEC 32 for aprovada, teremos um serviço público formado por servidores subservientes aos políticos que os colocarem nos cargos. Isso facilitará a corrupção e deixará o serviço público cada vez mais precarizado. Estamos lutando para derrotar mais esse mal que o governo Bolsonaro quer implantar no Brasil”, disse.

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