O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) afirmou que só as provas levantadas pela CPI da Covid, no Senado, em relação à negligência intencional de Bolsonaro, com a pandemia, já são suficientes para acusação de crimes de responsabilidade. “A CPI já tem provas suficientes para responsabilizar Bolsonaro. E agora, vieram mais motivos que são as suspeitas da compra de vacinas de forma superfaturada. Ele já perdeu o mandato na consciência popular”, disse.

O parlamentar afirmou que o governo está mergulhado em escândalos e não possui mais sustentação jurídica nem popular. “Juridicamente, o governo está totalmente fragilizado diante dos desmandos administrativos. Popularmente, ele já caiu há muito tempo. A maioria da população já perdeu qualquer esperança neste governo, e com razão. Em dois anos e meio, Bolsonaro não cumpriu o que prometeu ao povo e a população, em sua maioria, já tem consciência disso e não o quer mais no poder”, afirmou.

O parlamentar argumentou que Bolsonaro não caiu do poder ainda, mas já perdeu o mandato na consciência popular. “As pesquisas mostram que ele já não tem apoio popular. E nos contatos que temos nas ruas e no campo, esse sentimento é externado. Um sentimento de decepção e até revolta do povo, diante da situação em que o país se encontra, por negligência intencional de Bolsonaro que levou a pandemia a se agravar”, disse. 

Escândalos 

O deputado relatou que desde a chegada de Bolsonaro ao poder, os escândalos começaram a aparecer e derrubaram por terra a teoria de combate à corrupção. “O governo Bolsonaro e seus aliados não têm mais moral para falar em corrupção É um governo, com escândalo de avião de sua comitiva com cocaína, superfaturamento em compras de comidas, dinheiro público gasto em férias, motoatas, orçamento paralelo, compra de parlamentares em troca de apoio, filhos com processos de acusações de rachadinhas, mulher recebendo depósitos  suspeitos em cheques, a presença do assessor Queiroz na família, compra de mansão, suspeitas de ligação com caso Marielle Franco, ataques vergonhosos à imprensa, principalmente às mulheres, suspeita de compra superfaturadas de vacinas, negligência intencional em relação à pandemia, entre outras. O governo Bolsonaro acabou. Mesmo com a caneta na mão, ele não é mais o presidente da maioria da nação”, afirmou.

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