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O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) disse que o Brasil está vivendo uma das piores crises de toda sua história. “O país está com um presidente que, além de promover uma verdadeira destruição de direitos da população e dos trabalhadores, não tem responsabilidade com o cargo que ocupa. Somado a isso, chegou a pandemia do Coronavírus”, afirmou.

O parlamentar disse que Bolsonaro age, até mesmo, na contra mão de sua própria equipe. “Ele não atende recomendação, nem do próprio Ministério da Saúde para ficar em quarentena. De forma irresponsável minimiza a pandemia da Covid19, anuncia festa de aniversário e coloca a culpa na mídia. Como se não bastasse, o ministro da educação também se manifestou criticando o fechamento de escolas e universidades, Isso é muito grave”, alertou.

O panelaço
Frei Anastácio observou que o panelaço que ocorreu na noite de ontem, de forma espontânea, em vários locais do país, é uma
das formas do povo se manifestar e dizer um basta para a forma de governar desse presidente. “O que Bolsonaro deixa transparecer
é que não está nem aí com a situação do povo, mesmo diante desse vírus letal”, afirmou.

Medidas econômicas

O congressista destacou que em vez de estar remando contra o trabalho do próprio Ministério da Saúde, Bolsonaro deveria se debruçar em estudos para evitar que a economia do país chegue ao fundo do poço. “O PT já divulgou várias propostas, que podem ser copiadas pelo governo. Entre elas, abono salarial para o salário mínimo e retomada da política de valorização permanente do salário; incorporar 3,5 milhões de famílias, que estão na fila Programa Bolsa Família e ajuda para trabalhadores informais”, elencou.

O petista disse ainda que o governo poderia estabelecer a fixação do preço do botijão de gás em R$ 49 para famílias de baixa renda, bem como renegociar as dívidas delas. “O governo poderia ainda, promover a geração de empregos e dinamizar a economia com financiamentos e investimentos públicos, além da contratação de trabalhadores para retomada de obras paralisadas e consequência de cortes de recursos.

“É necessário também o descongelamento do teto de gastos públicos para promover mais investimentos no Sistema Único de Saúde e fortalecer universidades e instituições públicas de pesquisas, ampliar o Programa de Saúde da Família e o Mais Médicos com urgência”, sugeriu.

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