O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) afirmou que o governo federal precisa estender o pagamento do auxílio emergencial, pelo menos até dezembro, sem redução do valor de R$ 600 reais e pensar numa renda, até que a economia volte a se recuperar. “Com o pagamento de apenas mais duas parcelas, o governo estará abandonando o povo no ponto mais forte da crise econômica”, disse o deputado.

O parlamentar disse que esse dinheiro tem sido a fonte de sobrevivência de 65 milhões de pessoas atingida pelos efeitos da pandemia do Coronavírus. “Os infectologistas, assim como economistas, afirmam com muita convicção que o país não voltará à normalidade em apenas dois meses. Teremos muito tempo pela frente para a economia começar a se reaquecer. Sem dinheiro, como essa imensidão de pessoas irão sobreviver?”, indaga o deputado.

O parlamentar enfatiza que o governo tem a obrigação de dar o mínimo de sustentabilidade à população, que depende desses recursos para sobreviver. “O governo tem recursos e autorização do Congresso para dar a assistência necessária ao povo. É bom enfatizar que do montante de recursos, com autorização para ser gasto, o governo só aplicou 40% na saúde, segundo o Conselho Nacional de Saúde. Com isso, existe dinheiro, sim. Falta só vontade de ajudar a quem precisa”, afirmou.

Frei Anastácio destacou que o governo fez esse anúncio, a partir de pressão do Congresso, mas não atende o que a bancada de oposição sugere que é o pagamento do auxílio, pelo menos até dezembro, sem redução do valor. “De março a abril, o Brasil tinha  5,8 milhões de postos de trabalho informais fechados pela crise provocada pela pandemia, segundo o IBGE, sem falar no restante da população atingida. Portanto, o governo não pode apenas conceder apenas mais duas parcelas da renda básica”, afirmou.

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