O deputado Federal Frei Anastácio (PT/PB) afirmou que os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil passam mais um dia 1º de Maio sem ter o que comemorar. “A classe trabalhadora está de luto, diante dos ataques do governo Bolsonaro e pelas mais de 400 mil mortes, em consequência da negligência intencional do Presidente da República. Solidarizo-me com a classe trabalhadora e o povo brasileiro, no luto deste Dia 1º de Maio”, disse o deputado.

O parlamentar conclamou que “o momento é de lamento, mas também é hora de buscar forças, fortalecer a resistência, se reorganizar e partir para luta contra toda essa situação imposta pelo atual governo e a pandemia. Toda a história de conquistas da classe trabalhadora se deu através de muita luta, suor, lágrimas e sangue. Não podemos deixar esse legado ser triturado por esse governo genocida”, disse.

 Frei Anastácio disse ainda que se acosta à luta de toda classe trabalhadora e da população, que precisa de um auxílio emergencial de R$ 600 reais, até o fim da pandemia, democracia, emprego e vacina para toda população. O Brasil está com mais de 400 mil mortos e menos de 15% da população receberam a primeira dose da vacina contra o coronavírus. A culpa de tudo isso é do genocida Bolsonaro”, afirmou.

O Brasil afundou depois do golpe

Frei Anastácio lembrou que desde o golpe que retirou Dilma do governo, o povo e a classe trabalhadora só assistem a uma desenfreada perda de direitos e ataques com cortes de recursos no orçamento de setores prioritários como saúde, educação, agricultura e programas de assistência social.

“Tiraram Dilma do poder dizendo que o país entraria num mar de rosas. Nada disso aconteceu. Depois, vieram com a Reforma Trabalhista prometendo gerar milhões de empregos. E o resultado é que o desemprego aumentou. Impuseram a Reforma da Previdência prometendo gerar empregos e tirar o Brasil da crise. A situação piorou. A reforma  massacra a classe trabalhadora e não retirou a previdência do abismo. Agora, estão querendo avançar com as maldades, acabando com o serviço público federal, municipal e estadual, com a reforma administrativa. Dessa forma, esse Dia do Trabalhador e da Trabalhadora é momento para refletirmos sobre a reconstrução do país e dos nossos direitos retirados por esse governo fascista”, concluiu.

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