Foto: Gabriel Paiva
Foto: Gabriel Paiva

O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) disse que apesar da redução de 0,2% no percentual da taxa de desocupação no Brasil, no trimestre de julho a setembro, a informalidade e a perda de direitos são as grandes inimigas dos brasileiros.

“Não temos o que comemorar. Apesar do percentual de desocupação ter redução de 12%, no trimestre de abril a junho, para 11,8%, no trimestre de julho a setembro, o preço que o brasileiro tem pago é alto. Não adianta essa redução se há o aumento da precariedade do trabalho e a perda de direitos, que são a marca do governo Bolsonaro”, comentou Frei Anastácio.

O número de 12,5 milhões de desempregados no Brasil é igual ao número de desempregados no mesmo período do ano anterior. De acordo bom o IBGE, essa redução do número de desocupação, neste último trimestre, não demonstra crescimento da atividade econômica e o consequente retorno das contratações do setor privado, mas apenas o crescimento da informalidade.

“Estamos longe de voltarmos a ter uma estabilidade econômica que garanta emprego de qualidade para os brasileiros. O que um governo não pode é comemorar uma redução de 0,2% no desemprego, quando se está faltando renda satisfatória, proteção social e dignidade para a família desses trabalhadores. A geração de emprego e renda de qualidade precisa urgente se tornar prioridade deste governo”, comentou o parlamentar.

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