O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) disse que as pesquisas de intenção de voto que apontam Lula com liderança absoluta, na corrida presidencial, a queda na aprovação e aumento da rejeição de Bolsonaro mostram a realidade do Brasil. “O povo acordou. Em dois anos e meio de governo, Bolsonaro mostrou que cada dia consegue afundar mais o Brasil. O povo não suporta mais Bolsonaro”, disse o deputado.

Segundo o parlamentar, o povo brasileiro está dizendo, nas pesquisas, que em 2022 poderá corrigir o mal que fez ao Brasil elegendo Bolsonaro. “A última pesquisa mostrou que até no meio religioso, sobretudo entre evangélicos e católicos, a rejeição ao governo Bolsonaro aumentou e ele perde nas intenções de voto para Lula. Se as eleições fossem agora, Lula venceria logo no primeiro turno, segundo as pesquisas”, disse o deputado. 

O parlamentar relatou que “Bolsonaro é o pesadelo do período democrático do Brasil. Nunca vimos, em nossa jovem democracia, um presidente realizar tantos ataques ao estado de direito, ao patrimônio público com privatizações, aos direitos dos trabalhadores, à educação, à saúde, à participação popular no governo através dos conselhos, aos sindicatos, movimentos sociais do campo e da cidade, ao meio ambiente, à agricultura familiar, à imprensa, aos servidores públicos, à assistência social, aos aposentados e pensionistas, entre outros. Ou seja, ele não governa para o povo”, afirmou.

Projeto de poder

Frei Anastácio citou que no projeto de reforma administrativa, além de acabar com o serviço público, Bolsonaro quer ganhar mais poder. “Ele pretende se fortalecer com a permissão do Governo Federal ter o direito de contratar mais de 90 mil servidores (atualmente pode contratar seis mil), com cargos comissionados. Ou seja, ele quer montar sua milícia usando o Estado. Além disso, a reforma prevê ampliação de contratação de aliados, sem concurso público, em estados e municípios. A estimativa é que essas contratações poderão chegar a um milhão de pessoas. É mais uma reforma terrível para o povo brasileiro. Vamos lutar para que não seja aprovada”, disse.

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