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O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB), que está liberado para ficar na Paraíba, diante da pandemia da Covid-19, afirmou hoje (19), que a Câmara Federal fez sua parte ao aprovar, ontem quarta-feira (18), o pedido de reconhecimento de calamidade pública, enviado pelo Governo Federal.

“A Câmara cumpriu com sua obrigação. Resta, agora, o governo fazer sua parte e governar para o povo”, disse Frei Anastácio.

O parlamentar relatou ainda que enquanto a Câmara fez a sua parte, a grande maioria da população brasileira também fez a parte dela com os protestos através de panelaços, em diversas cidades do país.

“O povo se levantou, diante de um país ’em quarentena’ , para dizer que não está satisfeito com a forma como o Brasil está sendo governado, principalmente, diante dessa pandemia da Covid-19. Esperamos que com o alerta da população e com a ação do Congresso Nacional, com aprovação do reconhecimento de calamidade pública, esse governo consiga debelar o avanço do coronavírus”, destacou.

A proposta aprovada pela Câmara segue para o Senado Federal. Depois da aprovação do Senado, o Executivo pode gastar sem se preocupar com a Lei de Responsabilidade Fiscal, nas ações de combate à pandemia.

“É bom lembrar que, mesmo sem a vigilância da Lei de Responsabilidade Fiscal, os gastos do governo serão fiscalizados. O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 88/2020 também cria uma comissão mista. Essa comissão será composta por seis deputados e seis senadores, para acompanhar todas as medidas que serão tomadas pelo governo no combate ao coronavírus”, explicou o deputado.

Fora Bolsonaro

O congressista observou ainda que os panelaços realizados no Brasil aconteceram em todas as classes sociais, sobretudo, nos bairros de classe média, deixaram um recado para o Presidente da República. “O povo, ao gritar ‘Fora Bolsonaro’ , está dizendo que está insatisfeito com essa forma de governar, com a falta de seriedade e responsabilidade adotadas pelo presidente diante de uma situação tão grave como é a pandemia do Coronavírus. Esperamos que pelo menos essa questão tão grave seja levada a sério pelo presidente, de agora em diante”, concluiu.

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