O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) manifestou sua  homenagem à líder camponesa Margarida Maria Alves, que foi assassinada há 37 anos. “Toda minha admiração e homenagem a essa mulher que perdeu sua vida por defender trabalhadoras e trabalhadores rurais oprimidos”, afirmou deputado.

  O parlamentar lembrou que Margarida era presidenta do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Alagoa Grande, quando foi assassinada na porta de sua casa, no dia 12 de agosto de 1983. “Ela foi assassinada de forma covarde e cruel, na presença de um filho criança. Mataram Margarida, mas o sangue dela fez brotar a semente de uma luta que se espalhou por todo o Brasil”, lembrou.

Frei Anastácio destaca que a semente que Margarida plantou, com sua vida, deu origem a uma das maiores manifestações da América Latina que é a Marcha das Margaridas. Todos os anos, a Marcha reúne milhares de mulheres em Brasília, além de manifestações nos estados. “A Marcha completa 20 anos. Mas, em 2020, está sendo realizada de forma virtual, por causa da pandemia. Mas, a luta está viva, e Margarida continua presente”, afirmou.

Margarida, presente

O deputado relatou que diante do governo que o Brasil tem, cada brasileiro consciente precisa ser uma “Margarida” na luta pela preservação de direitos. “Temos um governo que levou o Brasil a caminhar 50 anos para trás, com a destruição de direitos da classe trabalhadora, opressão, desrespeito ao meio ambiente e dilapidação do patrimônio público. Um governo que não se comove, nem mesmo com as mortes de mais de cem mil brasileiros, pela Covid/19. Por isso eu digo: Margarida Maria Alves, presente”, finalizou.

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