Cajazeiras – PB

O deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) manifestou apoio aos servidores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) que deflagraram greve, nesta quinta-feira (13), em todo território nacional, reivindicando melhores condições de trabalho, reajuste salarial e pagamento de insalubridade.

“São cerca de 40 mil trabalhadores esgotados, física e emocionalmente, pedindo o mínimo de condições e direitos. A categoria merece respeito e dignidade. Por isso, venho a público demonstrar meu apoio e pedir a sociedade que também apoie essa luta, pois a continuação de um trabalho bem feito por esses profissionais depende disso”, disse.

Segundo Frei Anastácio, o que a Ebserh está fazendo é um descaso e falta de humanidade com os seus funcionários, sobretudo, num dos momentos mais críticos da saúde no Brasil. “Não é admissível que uma empresa que trabalha com saúde, como a Ebserh, não dê valor, apoio financeiro e emocional aos seus profissionais. Além disso, se aproveita da situação para adiar a conclusão de acordos coletivos de trabalho com a categoria”, lamentou.

Exploração dos servidores

O parlamentar lembra que já são dois anos de atraso nas negociações. Além da empresa reter o reajuste inflacionário dos trabalhadores, está ameaçando cortar direitos sociais e alterar a base de cálculo da insalubridade dos empregados. 

“A alteração da base de cálculo da insalubridade dos trabalhadores significa reduzir para alguns, cerca de 27% da remuneração. Ou seja, além de não conceder reajuste, estão querendo reduzir a remuneração dos trabalhadores da saúde”, informou André Santos e Auricelia Lopes, ambos Coordenadores do Sindserh-RN e Diretores da Confederação Nacional dos Servidores Públicos do Brasil.

Frei Anastácio denuncia ainda que a Ebserh tem condicionado os servidores à reposição salarial em troca de direitos já garantidos, como remuneração por insalubridade e direito de acompanhamento médico para familiares de servidores.

Os diretores da Confederação Nacional dos Servidores Públicos do Brasil revelam que  “o governo federal na frente da mídia chama os profissionais de heróis, mas pelas costas nos apunhalam tentando prejudicar a nós e nossas famílias”.

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