Hoje, no dia 19 de abril, Dia do índio, o deputado federal Frei Anastácio (PT/PB) parabeniza os povos indígenas que, desde a ocupação europeia no território brasileiro, lutam e resistem para sobreviver e se manter na terra. “Defender os povos indígenas é preservar nossa história, nossa sobrevivência. Eles são os verdadeiros donos do Brasil”, disse o deputado.

O parlamentar disse que a simbologia de luta e resistência, para o Dia do índio, está mais forte ainda no governo Bolsonaro. “Os indígenas são vítimas do massacre dos seus direitos. O atual presidente incentiva a grilagem de terras indígenas, o garimpo ilegal, o desmatamento e ainda diz que existe terra demais para os povos indígenas, que lutam pela vida desde que os europeus invadiram o Brasil. Um absurdo”, afirmou.

O congressista lembrou que, em 2019, esteve ao lado de um grupo de lideranças indígenas de todo o país, numa audiência no Ministério da Justiça e presenciou relatos tristes. “Foi denunciado o aumento assustador de perseguição feita por grileiros, espancamentos, estupros e assassinatos, depois que Bolsonaro tomou posse no cargo. E nada foi feito até agora, para diminuir esse sofrimento dos povos”, destacou.

O deputado ressalta que em todo período democrático do país, os povos indígenas estão vivendo seus piores momentos. “Além de lutar pela preservação das culturas, pela demarcação de terras, pela preservação de direitos, os indígenas reivindicam o direito à vida. Dessa forma, coloco o nosso mandato à disposição dessa resistência que já ultrapassa cinco séculos. Eu parabenizo todos os povos indígenas por essa luta”, declarou.

Dia do Índio

O dia do índio nasceu no dia 19 de abril, de 1940, durante a realização do “1.º Congresso Indigenista Interamericano”, que aconteceu no município de Pátzcuaro, no Estado de Michoacán, no México. Para marcar a realização daquele congresso histórico, foi instituído o dia 19 de abril, como Dia do Índio. Mas, a data só foi legalmente oficializada, no Brasil, três anos depois, no governo de Getúlio Vargas (1883-1954), através do Decreto-Lei n.º 5.540, de 1943.

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